O design é enganador

“A alavanca é uma máquina simples. Seu design copia o braço humano; ela é um braço artificial. Sua tecnologia provavelmente é tão antiga quanto a espécie homo sapiens, talvez ainda mais velha. E sua máquina, seu design, sua arte, sua tecnologia pretende trapacear com a gravidade, enganar as leis da natureza (…) Este é o design que é a base de toda a cultura: enganar a natureza através da tecnologia, substituir o que é natural pelo que é artificial. Em resumo: o design, por trás de toda a cultura, deve ser enganador (artificioso) o suficiente para transformar meros mamíferos condicionados pela natureza em artistas livres.”

FLUSSER, Vilém. The shape of things: a philosophy of design. Londres: Reaktion Books, 1990. (apud PFUTZENREUTER, Edson. Contribuições para a questão da formação do designer de hipermídia. In LEÃO, Lucia (org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Editora Senac, 2005)

O design é enganador

“A alavanca é uma máquina simples. Seu design copia o braço humano; ela é um braço artificial. Sua tecnologia provavelmente é tão antiga quanto a espécie homo sapiens, talvez ainda mais velha. E sua máquina, seu design, sua arte, sua tecnologia pretende trapacear com a gravidade, enganar as leis da natureza (…) Este é o design que é a base de toda a cultura: enganar a natureza através da tecnologia, substituir o que é natural pelo que é artificial. Em resumo: o design, por trás de toda a cultura, deve ser enganador (artificioso) o suficiente para transformar meros mamíferos condicionados pela natureza em artistas livres.”

FLUSSER, Vilém. The shape of things: a philosophy of design. Londres: Reaktion Books, 1990. (apud PFUTZENREUTER, Edson. Contribuições para a questão da formação do designer de hipermídia. In LEÃO, Lucia (org.). O chip e o caleidoscópio: reflexões sobre as novas mídias. São Paulo: Editora Senac, 2005)