Arquivo mensais:junho 2008

Redescobrindo Paul Otlet

Parece que novos pesquisadores estão redescobrindo o belga Paul Otlet como um dos pensadores que contribuiu de maneira mais relevante com o conceito de compartilhamento de documentos em rede. Em reportagem publicada hoje no New York Times, o jornalista Alex Wright traz uma nova reflexão sobre o autor, confira alguns trechos:

“In 1934, Otlet sketched out plans for a global network of computers (or “electric telescopes,” as he called them) that would allow people to search and browse through millions of interlinked documents, images, audio and video files. He described how people would use the devices to send messages to one another, share files and even congregate in online social networks. He called the whole thing a “réseau,” which might be translated as “network” — or arguably, ‘web.'”

“Although Otlet’s proto-Web relied on a patchwork of analog technologies like index cards and telegraph machines, it nonetheless anticipated the hyperlinked structure of today’s Web. ”

“Otlet’s version of hypertext held a few important advantages over today’s Web. For one thing, he saw a smarter kind of hyperlink. Whereas links on the Web today serve as a kind of mute bond between documents, Otlet envisioned links that carried meaning by, for example, annotating if particular documents agreed or disagreed with each other. That facility is notably lacking in the dumb logic of modern hyperlinks.”

Confira também este link: “International organisation and dissemination of knowledge : selected essays of Paul Otlet

Clone wars

Segue um post assumidadmente nerd. Vejam este trailer da nova animação de Star Wars que estréia em agosto.

Gostei bastante e com certeza vou ver, não somente porque gosto muito da série, mas também pelo seguinte motivo: como os recentes episódios de Star Wars (1, 2 e 3) eram completamente sustentados pelos efeitos em computação gráfica, não fiquei nem um pouco incomodado com a estética 3D proposta nesse “Clone Wars”. Pelo contrário, aliás, os atores tiveram tão pouca importância (com algumas exceções) que nem senti falta deles… Como se, agora, a série assumisse sua autenticidade, adotando a estética computacional de maneira honesta para os fãs.

Aguardo com uma certa ansiedade próximas animações que ilustrem situações entre os episódios 4, 5, 6, ou até além. Seria bem legal imaginar o que os rebeldes fizeram no intervalo dos episódios 4 e 5 e como o império se reestruturou após a destruição da estrela da morte.