Product experience

Gostaria de destacar uma recente discussão que vi na lista IxDA. Trata do termo “product experience”. A princípio, uma “nova perspectiva” para os estudiosos de “human-computer interaction”. Claro que não há nada de novo no termo, afinal é papel do design lidar com a experiência proporcionada aos indivíduos pelo uso de seus produtos, independente da plataforma computacional.

Nesse aspecto não posso deixar de ressaltar a contribuição do Mauro Pinheiro nessa discussão:

“people are interested in nderstanding what makes a good experience, no matter if we’re talking
about computers, a chair, a poster. (…) We sure have to rethink our research…the age of pervasive computing is at our doorstep, computers tend to be less perceptible as an object, interfaces and context will become more and more dynamic and multi-sensorial. User experience design is going o another level.”

Ressalto também que a palestra do Mauro foi, na minha opinião, uma das mais esclarecedoras do 1º EBAI. E justamente tratava desse tema, ao alertar para a provável “miopia” dos arquitetos de informação ao restringirem suas investigações ao universo da internet e do browser.  Um exemplo que ele deu foi a própria exposição do Guimarães Rosa no Museu da Língua Portuguesa, em SP, repleta de diagramas, mapas, rotas e guias de navegação.

Trechos pendurados de Grande Sertão: Veredas, a obra-prima de Guimarães Rosa, no Salão de Exposições Temporárias do museu.

Foto tirada por Indech. Imagem do Museu da Língua Portuguesa (Estação da Luz – São Paulo, SP)

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